Notícias do Mundo e de Portugal

De um mail enviado por um amigo 
from dias felizes by Rui Manuel Amaral . Shared by Cláudio Vieira Alves
Acabou o mercado do Bom Sucesso. Quando era puto, mais precisamente em 1969, andava eu a distribuir propaganda da oposição democrática, fui detido por três latagões façanhudos que me meteram num carro para destino desconhecido.
Ora, as vendedeiras do Bom Sucesso quando aquilo viram viraram-se aos pides aos berros:
- Ó seus filhos da puta do caralho, deixem lá o catraio! O catraio fez-lhes alguma coisa, seus amarelos dos peidos?
E batiam no carro com grandes punhadas.
Os gajos, que já estavam no carro comigo, começaram a ficar nervosos, agarraram numas mocas e saíram para dispersar o mulherame.
Quando me vi sozinho desatei a correr e pisguei-me dali.
As vendedeiras desataram a bater palmas e os pides ficaram ali atónitos sem saber se haviam de ir atrás de mim se haviam de carregar sobre as mulheres.
Nunca mais me viram, os cabrões.


Desta vez os portugueses sabem no que votaram
por Daniel Oliveira
É provável que muitos eleitores tenham votado no PSD para se verem livres de José Sócrates. Sobre as razões porque o líder do PS conseguiu somar tanto ódio escreverei amanhã.
Só que nestas eleições houve uma novidade: não há forma dos eleitores dizerem que foram enganados. Desta vez o voto contra quem está não podia ignorar o conteúdo do programa de quem vinha aí. Nunca um candidato a primeiro-ministro foi tão claro nos seus propósitos.
A descapitalização da segurança social, através da drástica redução do taxa social única; o provável aumento do IVA; a privatização parcial do Serviço Nacional de Saúde e da Escola Publica; a privatização das Águas de Portugal e de muitas empresas e serviços públicos; a liberalização dos despedimentos; e a redução das prestações sociais foram sufragadas nas urnas. Ninguém poderá dizer que Passos prometeu uma coisa e fez outra. Não foi assim com Durão Barroso. Não foi assim com José Sócrates. Mas Passos, honra lhe seja feita, foi claro.
Claro que quando as pessoas forem afetadas diretamente por estas medidas se irão opor. Claro que se vão sentir enganadas. Claro que vão protestar. Claro que vão falar mal da classe política. Mas espero que não se esqueçam nunca que a democracia exige responsabilidade.
Dito isto, não ignoro as culpas do PS, em particular (e ninguém pode dizer que não merece esta pesada derrota), e da esquerda em geral. Mas disso tratarei nos próximos dias. Agora fico-me por isto: o programa mais liberal da história da política nacional foi aprovado pelo povo. Vai doer. Mas dói com legitimidade democrática.
Escreverei, nos próximos dias, mais três textos sobre os resultados eleitorais, incluindo sobre o PS e restantes partidos.
Publicado no Expresso Online


Por mim... esqueçam. Vou evitar pagar todos os cêntimos que puder aos das finanças (privadas e parece-me que até mesmo às estatais, se as medidas forem para pagar juros altos e apoiar a Banca).
Porque JAM também é MAL ao contrário.
Vamos agora ao que interessa.
Primeiro. Para começar mais ou menos o dia.



Se eu fosse a Luso ou a Cavalheiros comprava já isto tudo feito... Música e vídeo. Depois carimbava como o logo e com o slogan. Pronto. Táva.


Se algum amigo meu passar Buraka este fim de semana ainda sou capaz de dançar (acho que só vou conseguir dançar esta música uma vez na vida). Mas não sei... já não digo nada.

Mesmo assim tenho quase a certeza que aos 2 minutos ia pedir um copo.


Uma música nova para as cassetes da Tendinha.


"Portugal está p'rácabar, é deixar o cabrão morrer."
"Eu não sei Português e que se foda Portugal."


Desta desordenação e asneirada não me furto à explicação: http://jamtexto.blogspot.com/2010/08/unidade-da-economia.html.
Por hoje é tudo. Obrigado pela atenção.

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